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| Encontro dos Missionários Jovens |
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De 28 a 30 de setembro de 2009, aconteceu o Encontro dos Missionários Jovens IMC da Região do Brasil, na casa das Irmãs Filhas da Igreja, em Itacaranha, Salvador – BA. Além dos jovens missionários, participaram também do Encontro os padres Lírio Girardi- Superior Regional, Stephen Murungi de Salvador, Francis Njoroge - Seminário Teológico de São Paulo, Domingos Forte de Jaguarari, Paulo Mzé de Curitiba, Stanley Muriuki de Monte Santo e Tamrat Markos Mitore - Centro Missionário José Allamano que fica em São Paulo. O Encontro tem por objetivo estreitar os laços de amizade entre os missionários, partilhar experiências de vida e de trabalho, refletir e rezar. Os temas tratados foram a Animação Missionária e Vocacional, a Pastoral do Sertão (Jaguarari e Monte Santo), a Pastoral Afro, a Formação de Base e Permanente. Durante as partilhas feitas pelos participantes focalizou-se especialmente a Animação Missionária e a Formação, com destaque para as seguintes questões: Como envolver os párocos no projeto de AMV? O animador deve ter a possibilidade de fazer AMV em vários lugares, não apenas nas paróquias confiadas ao Instituto. Como envolver os Centros de Formação na AMV? Programar adequadamente as experiências missionárias a serem feitas pelos formandos ao longo do ano e durante as férias. Ano de serviço exclusivo para fazer AMV nas paróquias confiadas ao IMC. Pastoral do Sertão (Jaguarari e Monte Santo) – A missão Ad Gentes foi o motivo que levou os Missionários da Consolata a partir para o Nordeste do Brasil. As realidades dos dois lugares são parecidas: comunidades carentes, pobreza, escassez de água, etc. Em razão das distâncias existentes entre as numerosas comunidades, constata-se que os missionários gastam mais tempo nas viagens do que no contato com o povo. E as consequências aparecem facilmente: desgaste de pessoas, de tempo, de dinheiro. Por outro lado, as lideranças dos leigos nas comunidades carecem de formação. Pastoral Afro – Na verdade, a Pastoral Afro, no Brasil, só tem cabeça mas não tem membros! Na paróquia de São Brás (Salvador) é necessário fortalecer esta Pastoral. O mesmo se diga da paróquia Nossa Senhora da Penha, no Jardim Peri (São Paulo). Além dos desafios socioculturais, padre Tamarat destaca que a Pastoral Afro enfrenta outros desafios de caráter interno. "Muitos missionários ainda não acreditam nesta Pastoral, por razões diversas... “Afro” não é uma questão de “cor”, é uma cultura e modo de viver das pessoas num determinado contexto. Portanto, por que destinar somente missionários provenientes da África para a Pastoral Afro?" No último dia do encontro os missionários tiveram tempo livre para o lazer e para o contato com a história de Salvador. Fonte: Tamrat Markos Mitore, IMC - Centro Missionário José Alamano, São Paulo
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